Educação, Universidade e Pesquisa

Autores

Neusa Maria Dal Ri; Kester Carrara; Roberto Romano; Mariângela Spotti Lopes Fujita; Mario Barite; José Augusto Chaves Guimarães; Marcos César Alvarez; Adriana Benevides Soares; Manoel Luiz Gonçalvez Corrêa; Antonio Trajano Menezes Arruda; Juan Robinson; Sérgio Vasconcelos de Luna; Sadao Omote; Eduardo José Manzini; Fernando C. Capovilla; Arlêta Nóbrega Zelante; Lauro Frederico Barbosa da Silveira; Leonor Maria Tanuri; Jayme Wanderley Gasparoto; Célia Maria Giachetti; Celestino Alves da Silva Júnior

Palavras-chave:

Universidade-educação, Pesquisa, Interdisciplinaridade

Sinopse

Afortunadamente, ao transitar pelo campo fronteiriço entre o conhecido e o ignorado, a ciência faz mais do que trasladar de um estado a outro as informações sobre os fenômenos da natureza. Ocupa-se, sobretudo, com a tarefa de oferecer explicações, ainda que conjeturais, mas reiteradamente fundadas, acerca de cada evento que supõe ser seu objeto de estudo. Com diferentes contornos, contextos, finalidades e métodos, tem sido esse o mote da ciência em toda a sua história. Nesse sentido, o discurso de quem busca, sob qualquer forma, conhecimento seguro, estável, nomotético e replicável, não pode prescindir de uma consciência clara das imbricações entre filosofia e ciência e, sobretudo, da idéia de conhecimento interdisciplinar. Nem a todos e nem a todo tempo tais análises e discussões -embora absolutamente indispensáveis -foram bem-vindas ou trouxeram resultados favoráveis e imediatos ao bem-estar da humanidade. No segundo caso, ainda hoje continuamos lamentando quanto custou, por exemplo, a descoberta da fusão atômica, em função das conseqüências nefastas a Hiroshima e Nagasaki. No primeiro, o hermetismo de algumas discussões foi, por vezes, lembrado negativa ou jocosamente: (que sejam indulgentes os colegas filósofos e historiadores para com qualquer imprecisão da citação subseqüente) teria dito Cícero, a respeito do som do gongo (disctts) que diariamente anunciava a abertura dos banhos públicos na velha Roma, que era "mais doce aos ouvidos que a voz dos filósofos na academia". Embora temendo que ocasionalme·nte parte do nosso jargão acadêmico na universidade do ano 2000 possa continuar mantendo os mesmos ruídos, estou seguro de que os filósofos e os cientistas muito iluminaram, em ocasiões com brilhantismo inequívoco, nossa busca intérmina ao esclarecimento.

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Publicado

March 16, 2001

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Co-publisher's ISBN-13 (24)

85-86738-16-6

Date of first publication (11)

2001

Dimensões físicas

160mm x 230mm

Detalhes sobre o formato disponível para publicação: E-book

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